sexta-feira, 20 de julho de 2007

Ossos humanos com um milhão de anos encontrados na Síria

Arqueólogos sírios e suíços encontraram ossos humanos e de animais na região de Tadmur, no centro da Síria, que datam de um milhão de anos, informou a agência oficial de notícias Sana.

Segundo os especialistas, os restos foram encontrados em Bir al-Hamel, considerada «a jazida pré-histórica mais antiga da Síria, que também data de um milhão de anos».

Os ossos pertencem a humanos que viviam em cavernas naquela época, enquanto os restos ósseos de animais correspondem a um camelo, uma gazela e um elefante.

«Os ossos de camelo encontrados indicam que o animal tinha o dobro do tamanho de um camelo contemporâneo», explicou o director da equipa científica, Walid Assad.

Segundo Assad, que não facultou mais pormenores sobre a descoberta, os camelos apareceram primeiro na Síria, para depois se estenderem por outras regiões da Ásia e do norte da África.

20-07-2007 13:39:48

in Diário Digital

quinta-feira, 19 de julho de 2007

Pensamentos...

No passado dia 15 de Julho, houve eleições intercalares na Câmara Municipal de Lisboa. Isso já todos nós sabemos. Também sabemos que ganhou o PS, sendo que o executivo camarário (aqui entenda-se vereadores) passa a ser controlado pela esquerda (11 contra 6) e agora Lisboa, terra minha mui querida e amada? Que será de ti, visto daqui a dois anos, sim 2 anos, irão haver novas eleições autárquicas e novo executivo camarário será (?) conduzido ou reconduzido, conforme o desempenho que a nova vereação se portar.
No que diz respeito aos efeitos das eleições, PSD e PP, perderam as vereaçõe sque detinham... Carmona Rodrigues, consegue tirar votos tanto ao candidato apoiado pelo PSD, como ao do PP, provando que afinal ainda há gente que acredita nas ideias de Carmona Rodrigues. um terramoto ameaça desabar o PSD, e isto não se compreende: porque cada vez que um partido perde eleições pensa-se que tem-se que logo fazer eleições para lider partidário, mas que diabo se passa aqui?
Se pretende-se fazer de Portugal um pais democrático e plural, há que primeiramente pensar o que se está a fazer, lembrem-se que os dois grupos de cidadãos de Lisboa que apresentaram candidaturas conseguiram incomodar os partidos politicos do status quo, relegendo um deles - o PP - para fora das vereações. Creio que está na altura de pensarmos na utilidade dos partidos politicos.
Tenham boas férias...

domingo, 1 de julho de 2007

terça-feira, 26 de junho de 2007

Se fosse uma música romântica, qual seria?

So take a look at me now, oh there's just an empty space

And there's nothing left here to remind me,

Just the memory of your face

Ooh take a look at me now, well there's just an empty space

And you coming back to me is against all odds and that's what i've got to face

SE FOSSE UMA SÉRIE DE TV MÍTICA, QUAL SERIA?

sexta-feira, 15 de junho de 2007

informação sobre câmara de filmar digital da Sony DCR-DVD105E

Venho por este meio pedir uma informação, se me puderem dar: eu tenho uma câmara de filmar digital da Sony DCR-DVD105E, e para guardar um filme que faça tem de ser no cd-rom que a máquina comporta. Eu, como faço muitos trabalhos com texto e imagens, ando desde há uns dias tentar passar os filmes do cd para o Windows Movie Maker, para fazer acrescentos- mapas, fotos, legendas, enfim aqulo que é o básico para colocar num filme, em Antropologia.

Só que quando pretendo importar os clips para o WMM, este não reconhece o ficheiro, frustando assim a hipótese de puder mostrar o filme durante as aulas.

Digo agora o procedimento que sigo: coloco o dvd - r na drive respectiva, abre a janela a perguntar o que desejo fazer e clico sobre abrir pasta. Depois abro o WMM, e vou à coluna onde diz "Ficheiro", e aí clico onde diz "Importar para Colecções". Aqui é que surge o problema, porque abre-se a janela para importar o ficheiro pretendido e o programa diz

"O ficheiro E:\VIDEO_TS\VTS_01_1.VOB não é de um tipo suportado e não pode ser importado para o Windows Movie Maker."

lembro que da câmara digital, não se pode descarregar directamente o filme para o computador, visto o filme e imagens serem gravadas em dvd-r e não ser possivel descarregar através de um cabo USB. Que devo fazer?

sexta-feira, 1 de junho de 2007

Textos sobre pescas

Boas pessoal, venho por este meio tentar saber se alguém conhece links de artigos de antropologia ou sociologia relacionados com antropologia da pesca, antropologia do mar, ou sociologia da pesca e sociologia do mar, em virtude eu já estar a preparar o meu trabalho de campo para fazer dissertação de mestrado, que vai ser sobre esta área. Já tenho os artigos online da revista do CEAS Etnográfica.

Obrigado pela atenção!

sexta-feira, 25 de maio de 2007

mapa



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quinta-feira, 24 de maio de 2007

Que coisa estranha...




Bom... venho por este meio informar todos os membros da blogosfera, que passa-se uma coisa estranha na cidade da Amadora. Então é assim: normalmente faz-se a podagem das árvores no Inverno (pelo menos assim foi como aprendi na primária), para depois na Primavera, as árvores puderem criar novos ramos, ramificações, para criar mais sombra.






Mas aqui nesta cidade, pelos vistos, ninguém deve ter aprendido isso na escola. Porque falo disto? Porque na Amadora, desde há umas semanas, andam os senhores da CMA, a aparar os ramos das árvores na Avenida dos Combatentes da Grande Guerra (perpendicular à linha da CP) - só para referir como exemplo - e, numa altura em que a sombra das ditas árvores faz falta para diminuir a sensação de calor das pessoas, é que andam a aparar as árvores... não acham isto estranho? eu acho, porque não é na altura em que as pessoas mais precisam de sombra par ficarem frescas que se amparam as árvores.






Isto parece a história daquele individuo que está no deserto, passa por uma série de vendedores de gravatas perguta-se a si o porquê daqueles individuos estarem ali a vender gravatas, e quando vê um hotel, não o deixam entrar porque não traz gravata... que coisa estranha, não??




domingo, 20 de maio de 2007

Um caso que tornou reais os nossos fantasmas

Inês Cardoso

De repente, porque o perigo entra sem bater à porta, o "papão" deixou as músicas de embalar e mostrou que existe. E Madeleine, a menina de quatro anos que as fotografias mostram sorridente, foi arrancada do seu mundo e tornou-se a representação dos nossos medos colectivos. Um fenómeno mediático mundial que psicólogos e sociólogos explicam, antes de mais, com essa facilidade de nos identificarmos com a família McCann poderia ter acontecido a qualquer um de nós.

No caso de Maddie, conjugam-se, na opinião de investigadores, diversos factores que suportam duas semanas de focalização extrema. Carlos Poiares, especialista em Psicologia Criminal da Universidade Lusófona, começa por destacar "o facto de se tratar de uma criança" e de a associação a redes pedófilas "ter sido muito vincada desde o início", despertando uma das representações mais negras na sociedade contemporânea.O acontecimento decorre, acrescenta o psicólogo Eduardo Sá , numa "atmosfera classe média-alta". Que faz com que a opinião pública "se identifique muito mais facilmente com as vítimas do que com uma família paupérrima do Norte, a quem é roubado um bebé na maternidade".

E se Maddie fosse portuguesa? Ninguém tem dúvidas de que as duas últimas semanas teriam sido bem diferentes. Carlos Poiares destaca o facto de Portugal ter "dos indicadores de criminalidade mais baixos da Europa", o que contribuiu quer para o alarme - que deu a um episódio a dimensão de um surto -, quer para a "reacção empolada da Comunicação Social inglesa".

Agravada, acrescenta Ana Horta, investigadora do Observatório da Comunicação e doutorada em Sociologia da Comunicação, pelo "etnocentrismo britânico". Ou seja, "os tablóides ingleses exploraram à exaustão acusações de ineficácia da Polícia, alegada incapacidade de um país que consideram menos desenvolvido". No papel confortável de quem dá voz "a cidadãos vítimas" e de quem, além do mais, se sente com poder para ameaçar a conhecida dependência do Algarve no turismo.

Acusações mútuas

Num momento inicial, Carlos Poaires salienta ter havido uma troca mútua de acusações. "Quando a Imprensa britânica empolou o assunto, houve a reacção imediata dos media portugueses de dizerem que o raptor era um cidadão estrangeiro", recorda. Como um mecanismo de defesa instintivo "Os portugueses são bons, os maus têm de ser estrangeiros".

Um cenário de visões dualistas e ambivalentes que Ana Horta vê replicado a outros níveis. Como na polémica que rodeou os pais, em que a acusação de negligência e o seu papel como vítimas entraram em choque. Conseguindo simultaneamente superar as críticas iniciais e projectar a imagem de Madeleine em todo o mundo, a investigadora considera que "a família McCann teve uma grande capacidade para mobilizar os media".

"A família tem sabido criar empatia com as pessoas, em coisas simples como mostrar os bonecos de Madeleine ou divulgar fotografias tocantes", sustenta Ana Horta.

Para quem "não é nada irrelevante" o facto de Maddie ser bonita e fotogénica. "Até a foto da família que tem sido divulgada parece de uma família ideal. Produz um efeito de identificação e escândalo com o sucedido", comenta.

Escândalo, porque suscita a sensação de que "os estados têm sido inoperantes face a redes internacionais de pedofilia", explica Eduardo Sá. O que inquieta é percebermos que "todos nós somos de uma vulnerabilidade desconcertante". Uma vulnerabilidade simbolicamente marcada pelo facto de Madeleine ter sido levada durante o sono.

Duas imagens de uso popular são apontadas para personificar esse medo. O "papão", a quem se pede para deixar o sono das crianças sem sobressaltos, e o "homem do saco", que educadores apontam como ameaça para quem se porta mal. Fantasma que este caso "tornou exequível", lembra Eduardo Sá.

Efeito bola de neve

Cozinhados todos os factores, o fenómeno foi-se alimentando como uma bola de neve. Ou não seja o fenómeno mediático "cada vez mais planetário", como lembra o psicólogo Rui Abrunhosa Gonçalves, da Universidade do Minho. Bola de neve empurrada por figuras públicas - particularmente jogadores de futebol, mas também personalidades como a escritora JK Rowlings -, pela Internet e pelo empenho de gente anónima.

Aliás, também a população se mobilizou de forma sem precedentes, até com risco de destruir provas e prejudicar a investigação, como alerta Carlos Poiares. "Pareciam os tempos do PREC, com o cerco às auto-estradas", ironiza, referindo-se ao tempo conturbado que se seguiu ao 25 de Abril. "Foi um perigo, que a PJ não deveria ter permitido", sustenta, para logo a seguir salientar que com isso não pretende pôr em causa a eficiência da intervenção policial.

A voragem da bola de neve irá durar até quando? O momento exacto ninguém sabe, mas a tendência de desaceleração é inevitável. Se bem que este caso, defende Carlos Poiares, ficará durante muito tempo como um marco. "Até em termos de meios". Ana Horta concorda. "No futuro, será muito difícil à polícia justificar um empenho de meios com menor visibilidade".

http://jn.sapo.pt/2007/05/20/tema_de_domingo/um_caso_tornou_reais_nossos_fantasma.html

sexta-feira, 18 de maio de 2007

Vídeo denúncia sobre a invasão de policiais na terra indígena Passo Piraju, em MS. Os policiais armados agrediram a comunidade e acabaram sendo mortos pelos índios que tentavam se defender.

Trabalhador Nacional


Descobri esta imagem num computador da faculdade. Que acham?

quinta-feira, 10 de maio de 2007

England Spiel

O caso que nos últimos dias tem ocupado 90% do tempos dos nossos telejornais (ao almoço e ao jantar), é o do desaparecimento da miuda inglesa de 3 anos Maddie. Bom... vamos lá ver:

  1. Porque é que os pais não quiseram o serviço de babysytting fornecido pelo resort, onde só há ingleses a trabalhar e é gerido por inglês? Ou seja tudo em família.
  2. Porque é que os pais não quiseram levar os filhos ao jantar? Eram assim tão pesados para os bolsos dos pais?
  3. Porque é que quando a mulher que lhes foi informar que andavam a rondar o quarto da menina, eles não foram imediatamente para casa garantir a segurança dos filhos? Porque a mulher que deu a informação era portuguesa, e como tal " era de um pais subdesenvolvido e não se liga a essa gente".
  4. Quem sabia que eles iam todos os dias jantar à mesma hora, sabia e teria tempo de cronometrar os tempos, para planear um tal acto, porque sabemos o quão pontuais costumam ser os "bifes".
  5. Será que quem fez este acto, não fará parte do circulo de amizades dos pais?
  6. Será que este acto, não foi previamente planeado em Inglaterra?

Este caso, mostra o facto de esses pais ingleses (o pai e a mãe) serem irresponsáveis ao ponto de deixar três crianças a mais velha tinha 3 anos- imagine-se- 3 anos de idade, sós num apartamento gerido por ingleses, com empregados ingleses, e deus queira que quem fez este serviço seja inglês, para a arrogância deles - que só sabem é rebaixar os outros povos e as instituições locais- acabar, abençoado Mourinho que cada vez tens mais razão.

Este caso do desaparecimento da miuda inglesa, só acontece porque, ninguem janta às 22h30, quanto muito 21 horas, e é irresponsável a atitude dos pais não terem levado os filhos om eles, depois do fogo queimar a casa, não chamem os bombeiros, chamem sim o pessoal do hospício, porque só loucos deixavam TRÊS crianças daquela idade em casa, em Portugal, a um caso semelhante, a Segurança Social, tirava-lhes os outros dois filhos, por não terem condições psicológicas para tratar de uma, quanto mais de três...

Este caso, é um jogo (spiel em alemão) perigoso porque a comunicação social de sua majestade, anda a brincar com fogo, porque em Portugal, sim, nesta República Laica, a polícia só fala quando tem de falar, ao contrário da de Inglaterra que a toda a hora vai à televisão dizer nada em muito.

Mourinho, cada vez tem mais razão ao fazer-lhes frente, porque alguém tem de lhes dizer certas verdades que não estão habituados a ouvirem, e provavelmente nunca hão de querer ouvir.